A computação em nuvem se tornou uma realidade e sua adoção vem crescendo de forma acelerada, impulsionada pela sua agilidade e capacidade de acompanhar os constantes avanços trazidos por novas aplicações, tecnologias  e utilizações.

Big data, Machine Learning , Inteligência artificial, IOT, são tendências que vieram para ficar, gerando demandas expressivas no que diz respeito a utilização de capacidade computacional, necessidade de armazenamento, entre outras demandas que encontraram na nuvem a alternativa capaz de permitir a sua franca expansão.

Estudos divulgados pelo Gartner alertam sobre esse crescimento acelerado da utilização da computação em nuvem, fato que pode ser notado pelas inovações constantes e pelas facilidades de acesso e processamento de um volume cada vez maior de dados.

Em recente pesquisa publicada pela revista Computerworld, assinala que 52% dos IT  Leaders pesquisados indicam como uma de suas prioridades o aumento de investimentos em soluções pautadas na tecnologia Cloud.

De certo, a computação em nuvem veio contribuir para democratização da adoção de novas tecnologias  e  vem universalizando a sua utilização. O que no passado só era acessível a grandes corporações, como por exemplo tecnologias de Big data, analytics agora já podem ser utilizadas por um número muito maior de empresas.

São inegáveis as facilidade trazidas pela nuvem, no entanto, a sua adoção pura e simples como migrações “Lift & Shift”, adotando os mesmos preceitos das arquiteturas on-premises, podem não resultar na economia esperada.

Diante de um cenário que demanda um volume cada vez maior de recursos, surgem outras preocupações e desafios para que se torne possível  usufruir de todos os benefícios e facilidades da  cloud, sem que se perca de vista a necessidade de controle, transparência e governança.

Se por um lado, a agilidade, facilidade,  flexibilidade,  redução da complexidade, e a maior facilidade de acesso a recursos avançados  fizeram da nuvem o caminho natural,  por outro lado, surgiram  novas necessidades para a manutenção do controle e redução de custos, identificação das áreas e projetos que  utilizam os recursos a fim de gerar informações sobre o retorno que permita avaliar estes investimentos.

Enquanto on-premises facilita a identificação com a área, projeto ou centro de custo demandante, agora,  quando tratamos de recurso intangível, de fácil acesso e flexível,  outros procedimentos devem ser adotados  para permitir o controle desejável.

O que se tem notado é que a facilidade da adoção e utilização de recursos cobrados por minuto, e não mais adquiridos como ativos fixos, pode gerar uma dificuldade adicional para o controle, do custo e sobre a sua utilização.

A necessidade de adequação e implementação de procedimentos mais apropriados ao consumo  de recursos em nuvem se mostra mais evidente  à medida que as empresas passam a utilizar a tecnologia em maior escala.

Como a empresa pode ser preparar para usufruir destes benefícios, e ao mesmo tempo obter a redução de custo desejada, transparência e governança em uma ambiente otimizado.

 

De um Lado De outro lado
Agilidade;

Flexibilidade;

Novas tecnologias

Acesso a serviços avançados

Redução de complexidade

Controle de ativos;

Design de arquitetura;

Controle sobre as mudanças;

Otimização;

Alocação de custos

Retorno sobre investimento (ROI)

Foco na Redução de custos

 

A Gestão de custos se baseia em  uma série de procedimentos e relatórios para medir regularmente a utilização, e mais do que isso, apontar as oportunidades de implementação de melhorias. Como no ciclo proposto por Deming, ou ciclo PDCA, a gestão de custos é uma atividade contínua a fim de proporcionar uma utilização mais racional, mais produtiva e otimizada dos recursos em nuvem.

Destacam-se dentre os controles a serem implementados, o inventário de ativos, design da arquitetura ativada,  mapeamento de direcionadores de custo, e estabelecimento de regras de identificação de projeto/ centros de custo, a ser observada previamente a ativação de novos recursos.

Com um controle inicial, é possível gerar métricas, criar alarmes que permitam, por exemplo,  agir preventivamente  antes do fechamento dos ciclos de faturamento, evitando surpresas.

Os custos também são otimizados a partir dos relatórios de utilização de recursos, que apontam casos de subutilização, evitando desperdícios, que podem acabar sugerindo a substituição ou eliminação  de recursos.

Ainda com relação a custos, os relatórios de utilização podem indicar a possibilidade de ganhos econômicos resultante da  adoção de reservas, instâncias que possuem preços muito reduzidos e que podem alcançar uma redução de até 75% em comparação com o preço on-demand.

No decorrer do serviço de gerenciamento é possível identificar o custo dos investimentos por cada projeto ou centro de custo, permitindo que se meça o valor que cada investimento está contribuindo para o resultado da empresa.

A gestão avançada de custos torna real o controle e o conhecimento do investimento realizado por centro de custo, unidade de negócio, projeto ou outro driver de custo que venha ser definido.  Existe uma grande possibilidade de granularidade da informação que acaba por conceder a transparência desejada.  

Os dashboards otimizados e desenvolvidos pela  IPsense permitem uma fácil identificação dos direcionadores de custo, ajudam na tomada de decisão. Os alarmes avisam se algum parâmetro foi desrespeitado e evitam gastos desconhecidos, ou desperdícios.

A IPsense, vem observando um enorme sucesso em seu programa de gestão ativa de custos, levando benefícios relevantes, com reduções significativas de custo, mantendo visão da transparência, governança e segurança.

Para saber um pouco  mais sobre instâncias reservadas e a sua capacidade de redução de custos, consulte nosso e-book Desmistificando Instâncias reservadas

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