A computação em nuvem, também conhecida como Cloud Computing, vem ganhando cada vez mais espaço no mundo digital. E esse sucesso não é à toa. O fenômeno tem levado a um aumento no número de investimentos no nosso país.

O fato é que o Brasil é um dos países que mais investem no setor da tecnologia no mundo on-line, e a computação em nuvem faz parte dessa tendência que tem tudo para gerar importantes resultados.

Um exemplo de empresa que tem se beneficiado com essa nova tecnologia é a Amazon. A corporação apresentou um crescimento exponencial das suas operações, e o resultado positivo e alto faturamento no Brasil é devido, em grande parte, ao Cloud Computing Amazon Web Services (AWS).

Quer saber como otimizar a experiência na nuvem? Esse artigo vai funcionar como um miniguia, fornecendo as principais informações sobre o faturamento da AWS no Brasil. Além disso, vamos apresentar os benefícios e como funciona esse mecanismo. Você também vai descobrir como anda o panorama atual e o que esperar para os próximos anos. Confira!

O que é Cloud Computing?

Cloud Computing consiste na tecnologia que permite acessar um grande volume de arquivos on-line e executar diversas tarefas. Isso significa que não é necessário instalar aplicativos nem salvar pastas no seu computador com o intuito de armazená-los. Eles podem ser guardados em ambientes virtuais e, ali, permanecerem seguros.

Desse modo, torna-se possível desfrutar de diversas funcionalidades e salvar todo o trabalho que foi criado sem correr o risco de perdê-lo, além de poder acessá-lo de qualquer lugar em que o usuário estiver. Para isso, basta ter uma conexão ativa com a internet.

Nesse sentido, a computação em nuvem é um mecanismo tecnológico que adota servidores remotos que estão hospedados na internet com o intuito de armazenar, gerenciar e processar dados por si só — em vez de delegar essas funções para outros servidores ou computadores locais.

Assim, a partir de uma simples conexão ativa com a internet, há a possibilidade de acessar servidores que têm a capacidade de executar os aplicativos desejados — desde um programa de textos até um jogo ou editor de vídeos de tamanhos maiores. Dessa forma, os servidores são responsáveis por executar o programa e realizar determinadas funcionalidades. Enquanto isso, o computador somente necessita de monitor e dos periféricos.

A expressão Cloud Computing tornou-se bastante conhecida em meados de 2006, quando a empresa Amazon fez o lançamento do produto Elastic Compute Cloud, que nada mais é do que um fragmento da sua plataforma de computação em nuvem.

Além dessa, a empresa Google lançou a sua plataforma em nuvem, chamada de App Engine, ainda em fase de testes, em 2008. Do mesmo modo, a NASA anunciou o seu projeto de plataforma, conhecido como OpenNebula. Foi a partir daí que a computação em nuvem passou a crescer de forma exponencial e ganhou imensas proporções, sendo considerada uma das maiores e principais inovações tecnológicas do presente e do futuro.

Atualmente, muitas tarefas que desempenhamos no nosso cotidiano utilizam as funcionalidades de Cloud Computing. Estamos falando de:

  • armazenamento em nuvens: Google Drive, Microsoft OneDrive, Dropbox;

  • aplicativos de edição de documentos: Google Documentos, planilhas etc;

  • streaming de vídeos: YouTube, Netflix;

  • atualizações de mídias sociais etc.

Como está o mercado da computação em nuvem?

Mas, afinal, você sabe como anda o mercado e o investimento mundial de computação em nuvem? A resposta não seria ser outra, além de dizer que está se expandindo cada vez mais. E a expectativa é a de que ele se mantenha com um crescimento positivo por bastante tempo. Prova disso é a importância das certificações em Cloud Computing no mercado atualmente.

As estimativas de crescimento

Um estudo publicado em 2016 pelo IDC Salesforce Economy Study — empresa de inteligência de mercado que oferece consultoria e serviços estratégicos de Marketing e Tecnologia da Informação — mostrou que a estimativa de gastos passados e futuros com a computação em nuvem pública entre os anos de 2015 a 2020 foram e serão os seguintes:

  • 2015: US$ 67 bilhões;

  • 2016: US$ 82 bilhões (aumento de 22,38%);

  • 2017: US$ 99 bilhões (aumento de 20,73%);

  • 2018: US$ 117 bilhões (aumento de 18,18%);

  • 2019: US$ 138 bilhões (aumento de 17,94%);

  • 2020: US$ 162 bilhões (aumento de 17,39%).

Diante dessa tabela, chegamos a um desenvolvimento de mais de 241,8%.

Além disso, a empresa de consultoria Gartner anunciou, por meio de pesquisas, um crescimento dos softwares e sistemas na nuvem entre os anos de 2018 e 2019 de cerca de 22% — um percentual muito acima do que foi esperado para os outros tipos de softwares. A mesma companhia ainda estima que o mercado de Cloud Computing tenha o potencial de atingir o valor de aproximadamente US$ 411 bilhões de dólares até o ano de 2020.

Como podemos perceber, as previsões de desenvolvimento partem de diversas fontes. O fato incontestável é que o investimento nesse tipo de tecnologia está alcançando índices nunca vistos por todo o mundo — e não poderia ser diferente no Brasil.

O investimento em Cloud Computing no Brasil

O Brasil, assim como todo o mundo, é um dos países que está com os olhares voltados para o crescimento e a expansão da computação em nuvem. Tanto é verdade que os investimentos nessa área são cada vez maiores.

Uma pesquisa elaborada pela Business Software Alliance (BSA) descobriu que o Brasil saltou da 22ª posição para a 18ª no que se refere aos países que mais direcionam recursos para esse tipo de tecnologia. No mesmo sentido, um relatório divulgado pelo IDC mostrou que cerca de 40% dos investimentos relativos à área de TI das empresas situadas na América Latina dizem respeito à computação na nuvem em 2018.

A Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (a Brasscom) informou, por meio de seus estudos, que, em 2017, o setor teve um crescimento de 51% em relação ao ano passado e alcançou a receita aproximada de R$ 4,4 bilhões. A Brasscom também divulgou um crescimento entre os anos de 2018 até 2021 — cerca de 27% ao ano.

Confira a estimativa de receita de cada uma das seguintes áreas da computação em nuvem:

  • Infraestrutura como Serviço (IaaS): R$ 12,4 bilhões;

  • Software como Serviço (SaaS): R$ 12,3 bilhões;

  • Plataforma como Serviço (PaaS): R$ 4,3 bilhões.

Da mesma forma, conforme estimativa da Brasscom, estima-se que, até o ano de 2021, as empresas brasileiras terão investido uma quantia de cerca de R$ 29 bilhões para contratar os sistemas de nuvem. Isso vai alavancar o país, provavelmente, fazendo com que ele suba mais posições no ranking mundial.

O mecanismo AWS é seguro?

Como dissemos, o termo AWS é a sigla para a expressão Amazon Web Services. Trata-se de um conjunto de serviços de computação em nuvem oferecidos pela empresa Amazon. Esse sistema fornece uma variedade de recursos de segurança com o intuito de garantir a privacidade e o controle de acesso à rede somente por pessoas devidamente autorizadas.

Confira algumas de suas funcionalidades:

  • os firewalls da rede contêm o sistema Amazon VPC, assim como os recursos de firewall de aplicativos web são criados com o AWS WAF. Esse mecanismo possibilita a criação de redes privadas e o controle a ambientes privados e aplicativos;

  • criptografia com mecanismo TLS em todos os seus dispositivos;

  • diversas alternativas de conectividade que possibilitam o uso de conexões privadas ou dedicadas, além de conexões próprias no ambiente local ou em escritórios.

Além disso, é oferecido suporte para segurança que disponibiliza:

  • coleta, visualização e armazenamento de informações em tempo real por meio do mecanismo AWS Trusted Advisor;

  • suporte e representação proativa, graças ao sistema gerente técnico de contas (TAM).

Da mesma forma, os serviços profissionais oferecem:

  • consultoria específica, com o objetivo de criar soluções de segurança abrangentes;

  • monitoramento e identificação de problemas de segurança que podem causar prejuízos e falhas no sistema.

Como você pode perceber, a nuvem AWS traz uma série de vantagens para os usuários. Além de proporcionar inovação e a otimização de tarefas, é possível manter o ambiente seguro e protegido contra invasões planejadas por terceiros não autorizados e mal intencionados.

O que a AWS trouxe de novo para o Brasil?

A AWS instalou um datacenter no Estado de São Paulo. Contudo, nesse tipo de investimento são os altos custos necessários para manter um servidor. Estima-se que as despesas sejam cerca de dez vezes maiores do que se fossemos comparar com um serviço contratado diretamente dos Estados Unidos.

Contudo, é possível manter serviços mais baratos e de alta qualidade de armazenamento no sistema da AWS Brasil e o melhor de tudo: pagando apenas por aquilo que for efetivamente utilizado. No mesmo sentido, o tempo de resposta também fica otimizado, uma vez que os serviços que já estão no país conseguem desempenhar bem esse papel. Desse modo, não é preciso que eles venham de locais estrangeiros, o que tornaria o processo mais lento.

A AWS vem oferecendo uma variedade de soluções tecnológicas para a área da tecnologia no país. Conheça alguns exemplos:

  • hospedagem para aplicativos;

  • serviços de backup na nuvem;

  • serviços de armazenamento com custos acessíveis;

  • distribuição e transferência de dados em alta velocidade;

  • hospedagem eficiente de sites;

  • hospedagem de aplicativos internos e externos;

  • disponibilização de banco de dados.

O que diz o faturamento da AWS? 

Tudo indica que a AWS seja, basicamente, o negócio mais rentável da empresa Amazon. Dados divulgados sobre o balanço do último ano de 2018 apontam o fechamento com o lucro de vendas equivalente a US$ 56,5 bilhões. Trata-se de um aumento de 29%, se formos comparar com o ano anterior, no qual foi obtida uma receita de US$ 44 bilhões.

No mesmo sentido, os gastos relativos ao gerenciamento e às operações da empresa também aumentaram — de cerca de US$ 43 bilhões para US$ 53 bilhões, ou seja, houve o aumento de 21%. Com relação ao lucro operacional, a quantia pulou de US$ 347 milhões para US$ 3,7 bilhões. Da mesma forma, o lucro líquido aumentou de US$ 256 milhões para US$ 2,8 bilhões.

Nesse contexto, não podemos nos esquecer das vendas representadas pela computação em nuvem AWS, um serviço com enorme potencial a ser explorado. Estamos falando de um equivalente em torno de 12% do total da receita integral da empresa.

Com relação ao serviço de AWS, as despesas operacionais aumentaram de US$ 3,4 bilhões para US$ 4,6 bilhões, ou seja, cresceu 35%. E o lucro operacional despontou de US$ 1,1 bilhão para US$ 2 bilhões: um aumento de 81%, se formos comparar com o último trimestre do ano de 2017.

Quais são as tendências do mercado?

O mercado vem apontando algumas tendências relacionadas à computação em nuvem. Vamos apresentar alguns exemplos a seguir.

Os provedores de SaaS vão aprimorar seus aplicativos corporativos

Marcas famosas, como a Oracle, SAP e Salesforce, bem como outros provedores de SaaS — Software as a Service —, provavelmente, não poderão conter o impacto que sistemas como o Amazon Web Services, Microsoft Azure e Google Cloud Platform exercem diante de segmentos de PaaS e IaaS perante o mercado de nuvem pública.

Dessa maneira, como uma forma de sustentar o seu crescimento perante a nova tendência — e também para evitar que os provedores de natureza PaaS e IaaS dominantes invadam o segmento e o território —, os provedores do tipo SaaS duplicarão os seus investimentos em estratégias de planejamento de recursos empresariais e humanos, gestão de relacionamento com os clientes e demais aplicativos para os negócios.

A tendência, diante disso, é que os provedores de SaaS implementem produtos e aprofundem os seus recursos do tipo automação de dispositivos digitais e de procedimentos automatizados, como uma forma de melhorar a produtividade dos usuários.

A transferência de dados e aplicações para a nuvem será acelerada

A variedade de mecanismos híbridos e multicloud aumentará, ao mesmo tempo em que serão reduzidos os gastos referentes à movimentação de ativos de Tecnologia da Informação de plataformas locais para plataformas do tipo PaaS e IaaS.

Dessa forma, para os próximos anos, um maior número de empresas fará o transporte de cargas de trabalho legadas sem que, para isso, necessitem reproduzir aplicativos que já existem. Essa medida ajuda a reduzir os problemas e riscos técnicos que podem ser ocasionados e associados a migrações complexas.

Assim, os provedores de nuvem pública darão uma importância maior para as ferramentas de migração, backplanes multicloud e serviços profissionais, com o objetivo de auxiliar as empresas a realizarem as migrações rapidamente, de uma forma mais econômica e com poucos riscos de gestão.

Os provedores de soluções poderão construir suas implementações Kubernetes nos sistemas operacionais completos de rede

O Kubernetes consistem em um sistema de combinação de contêiners do tipo open-source que possibilita a implantação, a mensuração e a gestão de aplicações em contêiners. Esse mecanismo vem se tornando cada vez mais essencial para construir a base de portfólios com a curadoria de agentes fornecedores de sistemas backplanes de ferramentas, serviços e outros tipos de integração que permitem criar sistemas operacionais robustos e complexos especialmente desenvolvidos para os ambientes de virtualização e para aplicativos sem servidor.

Desse modo, tudo indica que, nos próximos anos, os principais provedores de nuvem pública farão investimentos mais profundos em seus respectivos dispositivos — Kubernetes, com a Amazon Web Services, Microsoft, Google, Oracle, Cisco Systems etc.

Os contêiners vão ficar cada vez mais abrangentes

Os locais nativos da nuvem tem ganhado constantes melhorias e funcionalidades, de modo que possam oferecer cada vez mais apoio para as interações stateful por mecanismos de arquiteturas de armazenamento de expansão horizontal. Além disso, eles proporcionam a base para que sejam tomadas novas decisões rumo à computação orientada e aos eventos Stateless relativos às Serverless multi-clouds.

As estratégias multi-cloud ganharão mais atenção

A multi-cloud consiste em um mecanismo que adota mais de um sistema ou provedor, seja ele cloud pública ou privada. Quando o assunto é nuvem pública, é importante mencionar que muitas empresas já vêm apostando suas fichas nesse local e transferindo boa parte de seus aplicativos para esse ambiente.

Por isso, é comum nos depararmos com a diversificação de opções na nuvem. Podemos citar como exemplos a General Electric, que utiliza os recursos produzidos pela AWS e pela Azure. Além disso, essa maior flexibilização possibilita a criação de um software inovador no futuro.

O uso da nuvem privada vai aumentar

A nuvem privada consiste, de maneira resumida, em uma plataforma que tem o intuito de hospedar conteúdos e cargas de trabalho que não são adequadas para serem armazenadas e figurarem na nuvem pública por diversos motivos — alto custo, necessidade de mais segurança, conformidade de dados e projeto arquitetônico etc. Por esses motivos, seu uso tende a aumentar consideravelmente nos próximos anos.

A passagem para PaaS será mais rápida 

A estratégia de PaaS (Plataforma como Serviço) também é uma forte aposta para os próximos tempos. Esse sistema de hospedagem e implementação de hardware e software oferece uma grande variedade de funcionalidades e infraestrutura — desde a qualidade nos servidores, passando pelo armazenamento, até a rede. Sem falar nos mecanismos de middleware, serviços de Business Intelligence e gestão de banco de dados.

De forma geral, o PaaS evita despesas e simplifica o processo de compra e gerenciamento de licenças de software, infraestrutura e middleware de aplicativo subjacente, uma vez que ele é desenvolvido com o intuito de oferecer apoio e suporte durante todo o ciclo de vida do aplicativo, incluindo as fases de compilação, teste, implantação, gerenciamento e atualização.

Os sistemas SaaS vão continuar em alta

As empresas que oferecem os sistemas SaaS presenciaram um aumento nas execuções de integração e ações positivas nos últimos tempos. E para animar ainda mais, o cenário é promissor para o próximo ano. A tendência é que os ecossistemas industriais que utilizam os mecanismos SaaS ganhem ainda mais impulso com o passar dos tempos, graças aos investimentos de seus parceiros de software corporativo, como a Amazon, Microsoft, Oracle e SAP.

Além disso, as indústrias intensivas de cadeias de suprimentos no segmento da saúde e manufatura podem ser algumas das primeiras do meio a confirmar esses dados, uma vez que elas têm uma grande necessidade de compartilhar informações e atuar colaborando entre suas organizações.

Conclusão

Depois de tantas pesquisas e estudos confirmando o crescimento constante do segmento de Cloud Computing, podemos dizer que o sistema da AWS tem ganhado cada vez mais força e causado impactos positivos no faturamento do Brasil e na receita final da empresa. E o cenário para o futuro é promissor: espera-se que as tendências de desenvolvimento sejam confirmadas para os próximos anos.

O poder e o impacto causados pela computação em nuvem são expressivos e inegáveis. A sua utilização já ultrapassou barreiras e modificou a maneira como as pessoas produzem conteúdo, consomem os materiais, armazenam os seus dados e usam os sistemas remotos em aparelhos como computadores, smartphones, tablets e outros dispositivos móveis.

Não é a toa que a nuvem AWS vem trazendo benefícios para empresas de diferentes portes e segmentos, desde pequenos negócios até multinacionais. O intuito é torná-las mais ágeis, inovadoras e, assim, ganharem vantagem competitiva dentro do mercado.

O sistema AWS oferece acesso a ferramentas e recursos inovadores, com estrutura de alto potencial e que proporcionam uma série de benefícios, desde reduzir os custos relativos às operações de TI, como implementar protocolos automáticos que garantem segurança e conformidade e otimizar as etapas operacionais das companhias.

Nesse sentido, nada melhor para aumentar a eficácia dos processos internos, melhorar a performance e reduzir os custos do que utilizar os métodos de Devops na nuvem. Além disso, é essencial realizar testes na nuvem para monitorar o seu desenvolvimento e se certificar sobre a eficiência das soluções que são criadas pelos profissionais de Tecnologia da Informação.

Se a sua empresa ou o local onde você trabalha ainda não se adaptou a essa nova realidade, agora é o melhor momento para se adequar a esse novo tempo. Afinal, todo o investimento que é direcionado com o intuito de otimizar e investir nessa inovação tecnológica apresenta altas chances de retorno futuros. Então não perca mais tempo!

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